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Jogadores do Atlético Nacional fizeram vaquinha para compra de combustível em voo da LaMia, diz jornal

Segundo o Sol de Pando, dono do avião se recusou a pagar pelo reabastecimento da aeronave






                       
            Voos da LaMia sempre eram realizados com combustível no limite (Foto: Lino Borges/AirLiners.net)


O problema de falta de combustível, que causou a queda do avião que transportava a delegação da Chapecoense, no dia 29 de novembro, era, aparentemente, comum na companhia aérea LaMia. Segundo o jornal boliviano Sol de Pando, em reportagem publicada nesta terça-feira (27), o elenco do Atlético Nacional chegou a fazer uma vaquinha para abastecer a aeronave em uma viagem realizada pelo time, no início de novembro.
A publicação revela que, na viagem feita pelo time colombiano até Assunção, no Paraguai, após a partida contra o Cerro Porteño, pela semifinal da Copa Sul-Americana, Ricardo Albacete, dono do avião, se negou a pagar pelo combustível depois de uma escala na cidade de Cobija, na Bolívia. Foi então que os passageiros do voo tiveram que se unir para arrecadar 3 mil dólares (cerca R$ 9,8 mil) para que o avião fosse reabastecido.
“Foi no retorno da viagem do jogo do dia 1 de novembro, quando Miguel Quiroga (piloto) e Marco Rocha (copiloto) aterrissaram em Cobija para reabastecer. Ricardo Albacete se negou a pagar a gasolina colocada no avião e os passageiros precisaram pagar pelo combustível da aeronave, fazendo uma vaquinha de 3 mil dólares. Albacete também não quis pagar os 28 dólares da taxa aeroportuária”, publicou o Sol de Pando.
Ainda de acordo com o jornal, era o próprio Albacete quem impunha aos pilotos que os voos estivessem sempre com o combustível no limite, já que os valores excedentes teriam de ser pagos por ele.
r7


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