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Direção do Hospital Maria Julia Maranhão nega encerramento de suas atividades, vejam a nota de esclarecimento

                              

A direção do Hospital e Maternidade Maria Julia Maranhão esclarece aos ararunenses e região que a instituição suspende temporariamente suas atividades, devido a imbróglio da transferencia de recursos entre o Hospital e Secretaria de Municipal de Saúde, pois acontecia desde a Municipalização da Saúde de Araruna(todos recursos da Sáude ararunense vem pra Prefeitura), antes os recursos devidos aos serviços de saúde executados pelo hospital eram depositado diretamente nas suas contas, porém o novo gestor está impedidindo está transferência dos recursos dos serviços já prestados pelo Hospital.

A assessoria juridica do hospital após varios insussessos de solução diretamente com a Secretaria de Saúde já protocolou no Ministerio Publico para que o mesmo interceda a resolução do problema. 

O montante que deves ser repassados são originais de serviços ambulatorias e hospitalares no periode de novembro e dezembro de 2016, totalizando R$ 66.173,08. 

Vejam a nota da direção do hospital

NOTA DE ESCLARECIMENTO
A Direção do Hospital e Maternidade Maria Júlia Maranhão, único Hospital no município de Araruna, vem através do presente esclarecer os boatos existentes nas redes sociais, bem como nos outros meios de comunicação;
Como único Hospital filantrópico existente na Região, fundado em 1958, contando, então, com 59 anos de atendimento a população em geral, disponibilizando Consultas Ambulatoriais, atendimento de primeiros socorros, realização de exames laboratoriais, Internações, dentre esses, Partos e Cirurgias Eletivas, sempre prestou assistência médica Hospitalar adequada à população.
Ocorre que, mantendo-se com as verbas do SUS, repassadas de acordo com os atendimentos prestados, por meio do convenio existente entre a Prefeitura e este hospital, desde a Municipalização da Saúde, a Instituição vem a dois meses sendo penalizada com a falta de repasse pela atual gestão, que apesar de saber dessa obrigatoriedade, pois trata-se de verba do Governo Federal, por meio do Ministério da Saúde – SUS – Sistema único de Saúde, se nega a cumprir a referida obrigação.
Insta esclarecer, que esse repasse sempre foi feito de forma regular e nunca ensejou qualquer problema com os Órgãos Controladores/fiscalizadores, a exemplo do CGU, TCU, TCE e outros.   
A verba que o Município se nega a repassar, é de fato e de direito da Instituição, haja vista que, houve o atendimento, foi informado e o Ministério da Saúde creditou no Fundo Municipal de Saúde desde o dia 10/01/2017.
De um breve esclarecimento, o procedimento ocorre da seguinte forma: após apresentação dos relatórios de Produção BPA e SISAIH, no dia 10 subsequente, esse valor é creditado no Fundo Municipal de Saúde para ser repassado a conta do hospital por transferência direta.
Contudo, a Instituição procurou a Secretaria Municipal de Saúde reiteradas vezes, por meio de ofícios datados de 27/01/2017 e 07/02/2017, ambos com o pedido de repasse e outro, também, datado de 07/02/2017 solicitando, a numeração das fichas de internamento, para que assim, possa-se dar continuidade à prestação dos serviços ao SUS – Sistema único de Saúde. Mas não obteve êxito em tais solicitações. Observe-se que tratam-se de obrigações, de responsabilidade única da Prefeitura Municipal de Araruna/PB.
Por todo o exposto, saliente-se que o Hospital e Maternidade Maria Julia Maranhão é uma Instituição Filantrópica, que sobrevive unicamente com o repasse da produção dos serviços prestados ao SUS, bem como do convênio que foi apresentado pelo legislativo, aprovado e promulgado, e que o atual Prefeito não deu continuidade, fazendo com que a população que necessita de atendimento médico Hospitalar, (observação, medicação injetável, internação, dentre outros) não receba o atendimento por falta de condições da Instituição que tem inúmeras obrigações financeiras para se manter funcionando regularmente.  
Assim, diante dos compromissos financeiros urgentes, que encontram-se pendentes (pagamento de médicos, funcionários, encargos sociais, água, energia, insumos, etc), não resta a Instituição, outra alternativa se não, Suspender Temporariamente os Atendimentos, na busca de uma solução para esse imbróglio. Evitando, com isso, não gerar mais despesas sem previsão de recebimento dos referidos recursos.

POR:SENSOCRITICOPB

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